LP BLACK RIO - SACI PERERÊ (LP)

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BLACK RIO - SACI PERERÊ - TSR-081

O maestro fundador da Banda Black Rio, Oberdan Magalhães, esteve no olho do furacão da soul music nacional desde o início. Multi-instrumentista, saxofonista, compositor e arranjador, foi criado na noite dos subúrbios cariocas: nas gafieiras, nos bailes, no jongo do morro, nas quadras das escolas de samba e, posteriormente, também na Orquestra Sinfônica Brasileira, ao lado do amigo e incentivador Paulo Moura. Oberdan passou pelos principais grupos black desde o final dos anos 60: Cry Babies, Impacto 8 (acompanhando Raul de Souza) e Abolição (acompanhando Dom Salvador). Nesses conjuntos, foi conhecendo instrumentistas que futuramente se tornariam companheiros de filosofia e de Banda Black Rio.

Quando chegou ao terceiro álbum, Saci Pererê, o grupo contava com dois vocalistas (Gerson e Abóbora) e a maioria das canções eram cantadas, como a faixa-título (de Gilberto Gil), “Miss Cheryl” (de Jorjão), “De Onde Vem” (de Lincoln Olivetti e Ronaldo Barcellos), “Profissionalismo é Isso Aí” (de Aldir Blanc e João Bosco), “Broto Sexy” (de Oberdan e Paulo Zdanowski), “Tem que Ser Agora” (de Gastão Lamounier e Luiz Mendes Jr.) e “Amor Natural”, que figurou na trilha sonora da novela Marina, da TV Globo. Os temas instrumentais de Saci Pererê também continuavam afiadíssimos, com a tradicional execução esmerada e o profissionalismo impecável de sempre: “Melissa” (de Oberdan), “Subindo o Morro” (do super guitarrista Cláudio Stevenson) e “Zumbi” (do icônico Barrosinho).

A faixa mais cultuada da banda carioca no cenário revisionista do acid jazz britânico está nesse disco — “Miss Cheryl”, composição do tecladista Jorjão Barreto. A luz inspiradora de Jorjão foi Cheryl Lynn, cantora norte-americana que havia estourado no mundo todo com o hit “Got to Be Real”. A “rainha da discoteca” esteve no Brasil e se apresentou no lendário Chic Show, o maior baile black de São Paulo, tendo o ilustre acompanhamento da Banda Black Rio.